Na nota, o deputado nega as acusações, afirmando que há uma tentativa de manipular os fatos de forma preconceituosa e politicamente motivada, utilizando sua orientação sexual como uma “arma” contra ele. Ele foi enfático ao declarar: “Sou homossexual, não sou bandido. Bandidos são os que se levantam contra mim.”
Professor Alcides classificou a operação como uma “utilização midiática do aparato policial” e prometeu processar aqueles que tentarem “manchar sua imagem”. Ele repudiou qualquer tentativa de associar seu nome a crimes e disse estar sofrendo preconceito devido à sua orientação sexual.
A operação da Polícia Civil resultou não apenas na prisão do segurança, mas também de um policial militar e de um instrutor de tiro, ambos acusados de coagir o adolescente com arma de fogo para entregar o celular.
Posicionamento firme
O parlamentar destacou seu histórico como empresário e educador, além de afirmar que não irá se calar diante do que chamou de “circo midiático”. Ele agradeceu as manifestações de apoio e declarou que levará os responsáveis pela suposta “difamação” à justiça.
A polêmica repercute no cenário político goiano, principalmente devido à gravidade das acusações e à postura enérgica do deputado em sua defesa.
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