Pâmela desapareceu no dia 13 de março e, segundo a Polícia Civil, foi abordada na rua por Osvaldo antes de ser morta. Imagens de câmeras de segurança mostraram Osvaldo oferecendo uma flor à jovem e, em seguida, colocando-a na garupa de sua moto e levando-a ao local onde foi encontrada morta.
A Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios prendeu Osvaldo nesta segunda-feira (20). Durante a operação, foi coletado material genético do suspeito para comparação com o DNA encontrado sob as unhas da vítima. As roupas que Osvaldo usava no dia do crime também foram apreendidas.
O delegado Carlos Alfama, responsável pelo caso, disse que, apesar de não haver sinais de violência sexual, Pâmela tinha lesões na boca, sugerindo uma possível tentativa de estupro e asfixia.
Para ajudar a esclarecer o crime e identificar outras possíveis vítimas, a imagem de Osvaldo foi divulgada. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do suspeito para um posicionamento.
A família de Pâmela relatou que ela não tinha o costume de sair sozinha de casa devido à sua deficiência mental. No dia do desaparecimento, ela estava em casa com a irmã, que não percebeu sua saída por estar se recuperando de uma cirurgia.
Após notar a ausência de Pâmela, a família iniciou as buscas pelo bairro. A jovem foi vista pela última vez na esquina de sua casa na noite do dia 13. No dia seguinte, a irmã recebeu uma ligação do Instituto Médico Legal (IML) informando que Pâmela havia sido encontrada boiando na represa, com poucas roupas. Suas outras vestimentas e celular estavam próximos ao local onde foi localizada.
A represa onde Pâmela foi encontrada fica a aproximadamente 20 km da casa onde morava com a família.












