São pessoas que estavam recebendo o benefício irregularmente ou integravam uma família maior, mas fizeram a opção indevida pela divisão do cadastro – muitas vezes induzidas pelo próprio desenho do programa social, com um valor mínimo garantido independentemente do número de membros.
Após a regularização, cerca de 400 mil continuam recebendo o benefício, agora como dependentes em uma família maior. O governo considera o dado relevante para atestar que o objetivo final da revisão não é cortar benefícios, mas manter informações fidedignas em uma base que serve de referência para mais de 30 políticas sociais no Brasil.
Segundo a reportagem, outro dado usado para sustentar esse argumento é o número de beneficiados, que contabiliza todos os integrantes dos domicílios contemplados. O patamar se mantém estável entre 55 milhões e 56 milhões de indivíduos.













