Segundo as investigações, o conteúdo compartilhado pelo suspeito resultou na demissão de algumas vítimas. Além das publicações contendo informações falsas, o hacker também divulgava imagens e vídeos de teor sexual e pornográfico. Conforme a PCGO, o hacker utilizava uma máscara e inteligência artificial para alterar sua voz, apresentando-se como “Anônimo”.
Um comunicado do perfil de fofoca dizia: “Todas as fofocas que vocês enviarem para o Anônimo serão divulgadas aqui no grupo sem identificar nenhum de vocês. O Anônimo é nada sem vocês.”
As investigações, que começaram aproximadamente seis meses atrás, revelaram que as primeiras ações do suspeito ocorreram usando um celular perdido. Quando o dispositivo foi bloqueado, ele obteve um novo chip, originário do Canadá, dificultando sua localização. O hacker utilizou inteligência artificial para criar um canal no WhatsApp, onde compartilhava informações íntimas e falsas sobre os moradores da cidade, além de divulgar conteúdo pornográfico enviado por terceiros, resultando em demissões. A polícia informou que também está investigando as pessoas que enviavam conteúdo para o suspeito.












