
O drama voltou a se repetir no povoado de Extrema, localizado no município de Iaciara, no nordeste goiano. Desde a última sexta-feira, dia 23 de janeiro, a população enfrenta mais uma vez a dura realidade da falta de água, após a bomba do poço artesiano apresentar defeito. Já se passaram dias, e nesta terça-feira, 27 de janeiro, o problema ainda não foi resolvido.
Para quem vive em Extrema, a água que deveria chegar pelas torneiras se transformou em angústia, incerteza e sofrimento. Moradores relatam que a situação não é nova: o poço artesiano frequentemente apresenta problemas e, quando é consertado, a solução nunca é definitiva. Pouco tempo depois, tudo volta a quebrar, deixando famílias inteiras à mercê da própria sorte.
Sem água, a rotina se torna um verdadeiro desafio. Falta água para beber, cozinhar, tomar banho, lavar roupas e manter o mínimo de dignidade. Crianças, idosos e trabalhadores são os mais afetados.
A população local afirma que já fez diversos pedidos de ajuda, mas sente-se esquecida pelo poder público. O sentimento é de abandono.
Diante desse cenário, os moradores de Extrema fazem um apelo urgente às autoridades do município de Iaciara. É preciso uma solução definitiva, que respeite a população e garanta o direito fundamental à água. A comunidade pede atenção, responsabilidade e ações concretas — porque viver sem água não é apenas um transtorno, é um sofrimento diário.
Até quando o povoado de Extrema continuará passando por essa situação? A pergunta ecoa entre os moradores, que aguardam respostas e, principalmente, providências.
(Texto elaborado por um morador)












