
Produtores rurais do Oeste da Bahia estão demonstrando preocupação com o aumento no preço do diesel em meio ao período de colheita da soja. O combustível é considerado essencial para o funcionamento de máquinas agrícolas e para o transporte da produção até armazéns e centros de distribuição.
Somente no mês de março, o diesel S500 teve três reajustes na Refinaria de Mataripe, que é administrada pela empresa Acelen. Com as mudanças, o valor do litro passou de R$ 3,18 para R$ 4,89, o que representa um aumento aproximado de 53%.
O impacto é significativo para o setor agropecuário, especialmente neste período em que a demanda por combustível cresce por causa da movimentação intensa de colheitadeiras, tratores e caminhões que transportam a safra.
De acordo com produtores da região, o diesel pode representar mais de 50% dos custos operacionais das frotas utilizadas no transporte agrícola. Com a alta no preço, muitos temem que o aumento comprometa a margem de lucro da produção.
A situação também pode refletir no custo do frete e, consequentemente, no preço final de produtos derivados do agronegócio.
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Mesmo distante do Oeste baiano, produtores e transportadores de outras regiões acompanham a situação com atenção, já que a elevação no preço do diesel pode influenciar toda a cadeia logística do agronegócio no país.










