Na infância, o Joaquim Barreto viajava sempre com o vô e a vó em um Fiat 147
Nessas viagens, ele criou as melhores memórias possíveis. Durante a nossa conversa, ele se lembrou, com muito carinho, de que o avô tinha medo do carro não aguentar subir a serra que tinha no caminho da fazenda e fazia todo mundo descer do veículo para ficar mais leve.
“Era muito engraçado. Já teve vezes de ele estar tão preocupado que subia de ré. Naquela época não tinha muito movimento, era pouco carro na estrada, então ele ia de ré. Uma subida de uns 300 metros”, relembrou ele.
E o Joaquim não está sozinho nessa aventura. A esposa, Jaqueline Alarcão, e os dois filhos, Enzo Gabriel, de 10 anos, e João Pedro, de 6 anos, estão sempre juntos.
Como os meninos ainda estão na escola, as viagens não podem ser feitas em tempo integral. Só acontecem no período das férias.
“Eles aí eu vou te falar, viu? Ficam querendo saber para onde vai e o que vai fazer quando chegar a época das férias. Já fica todo mundo empolgado”, contou.
Conversando com a Jaqueline, eu perguntei se ela tinha aceitado de cara estar sempre viajando em um carro tão inusitado. Ela logo me respondeu que sim.
É uma homenagem [aos avós] e é incrível
“Eu tenho um marido visionário, e maluco, né? Porque colocar a gente dentro de um Fiat e viajar assim? Mas eu tenho muito orgulho dele, é uma homenagem [aos avós] e é incrível”, explicou.
















