
Nova regra federal libera captura em parte de Goiás, mas mantém restrição no Nordeste goiano; veja lista completa dos municípios
As regras para a pesca do foram alteradas em Goiás após nova instrução normativa do . Apesar da liberação em algumas regiões do estado, a atividade segue proibida em grande parte do Nordeste goiano, incluindo municípios como , e .
A medida considera o pirarucu uma espécie exótica e invasora fora de sua área natural. Por ser um predador de topo, ele pode causar impactos negativos à fauna aquática, reduzindo a população de espécies nativas.
Em Goiás, a pesca foi liberada nas bacias dos rios Paranaíba e São Francisco. Nessas regiões, a captura e o abate estão autorizados durante todo o ano, sem limite de tamanho ou quantidade. No entanto, é obrigatório abater todos os exemplares capturados, sendo proibida a devolução à água.
Nordeste goiano permanece com restrição
Já nas cidades que fazem parte da bacia Tocantins-Araguaia, onde o pirarucu ocorre naturalmente, a pesca continua proibida. A decisão visa preservar o equilíbrio ambiental e proteger os ecossistemas locais.

Confira a lista de cidades onde a pesca do pirarucu é proibida em Goiás:
Bairro Alto, Amaralina, Vila Boa, São Miguel do Araguaia, Novo Planalto, Porangatu, Montividiu do Norte, Minaçu, Monte Alegre de Goiás, , Firminópolis, Simolândia, Jesúpolis, Taquaral de Goiás, Santa Rosa de Goiás, Goianésia, Mimoso de Goiás, Niquelândia, Cavalcante, Teresina de Goiás, Caiapônia, Amorinópolis, Ivolândia, Arenópolis, Itaguari, Planaltina, Água Fria de Goiás, Alto Horizonte, Alto Paraíso de Goiás, Alvorada do Norte, Aragarças, Araguapaz, Aruanã, Aurilândia, Baliza, Bom Jardim de Goiás, Bonópolis, Britânia, Buriti de Goiás, Buritinópolis, Cachoeira de Goiás, Campinaçu, Campinorte, Campos Verdes, Carmo do Rio Verde, Ceres, Colinas do Sul, Córrego do Ouro, Crixás, Damianópolis, Diorama, Doverlândia, Faina, Fazenda Nova, Flores de Goiás, Formoso, Divinópolis, Goiás, Guaraíta, Guarani de Goiás, Guarinos, Heitoraí, Hidrolina, Iaciara, Ipiranga de Goiás, Iporá, Israelândia, Itaberaí, Itaguaru, Itapaci, Itapirapuã, Itapuranga, Jaraguá, Jaupaci, Jussara, Mambaí, Mara Rosa, Matrinchã, Moiporá, Montes Claros de Goiás, Morro Agudo, Mossâmedes, Mozarlândia, Mundo Novo, Mutunópolis, Nova América, Nova Crixás, Nova Glória, Nova Iguaçu de Goiás, Nova Roma, Novo Brasil, Padre Bernardo, Palestina de Goiás, Petrolina de Goiás, Pilar de Goiás, Piranhas, Pirenópolis, , Rialma, Rianápolis, Rubiataba, Sanclerlândia, Santa Fé de Goiás, Santa Isabel, Santa Rita do Araguaia, Santa Tereza de Goiás, Santa Terezinha de Goiás, , São Francisco de Goiás, São João d’Aliança, São Luís de Montes Belos, São Luiz do Norte, São Patrício, Sítio d’Abadia, Uirapuru, Uruaçu, Uruana, Vila Propício, Trombas, Santa Rita do Novo Destino e Estrela do Norte.
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A orientação dos órgãos ambientais é que pescadores fiquem atentos às regras específicas de cada região para evitar multas e outras penalidades.
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